Quem sou

Quem sou

Rodrigo Morte

Meu nome é Rodrigo Morte. Sim: esse é meu sobrenome. E o mais curioso é o contraste dele com o amor e a imensa gratidão que tenho pela vida e as oportunidades que recebo dela.

Sou filho do Guilhermino e da Maria Helena, irmão do Beto e da Dete, casado com a Lu e pai do Gabriel. Também sou músico, compositor, arranjador, produtor, gestor cultural e educador.

De todos os instrumentos aos quais poderia ter me dedicado, escolhi a caneta, a pauta e, sobretudo, a alma múltipla das orquestras. O que mais me encanta na música coletiva é a ideia de ser uma pequena parte de algo muito maior.

Me sinto talvez como uma engrenagem dentro de um enorme motor ou um órgão, que se junta a tantos outros para manter um corpo vivo. Aqui não falo apenas do músico, mas também do educador, do cidadão, do homem de família e do amigo.

Amo ser músico e encontrei nessa profissão uma extensão do que entendo ser como pessoa: alguém que é parte de um todo e que está aqui para dar sua pequena contribuição para que a música e as relações humanas tenham mais harmonia.

Tive a oportunidade de colaborar com meu talento no trabalho de gente que admiro e com quem aprendi muito, como Rosa Passos, Dave Liebman, Paulinho da Viola, Maria Rita, Gal Costa, João Bosco, Dori Caymmi, Amilton Godoy, João Donato, Toninho Horta, Regina Carter, Arnaldo Antunes, Yamandú Costa, Hamilton Holanda, Lulu Santos, Ed Motta, César Camargo Mariano, Leo Gandelman, Luís Melodia, Raul de Souza, Mozar Terra, Paulo Sérgio Santos, Daniela Mercury, Jane Monheit, Ted Nash, Ben Allison, Michael Blake e o Collective Jazz Composers, Zimbo trio, Nestor Torres e Lenine.

 

Rodrigo Morte Regendo uma orquestra

Também gosto de estar no estúdio, de gravar e produzir. Colaborei em gravações de indicados e ganhadores do Grammy, como Roberta Miranda, Daniel e Nestor Torres. Essa lista também conta com mais um monte de artistas incríveis, de sons e talentos incomparáveis, como Estêvão Queiroga, Lupa Santiago, Toninho Ferragutti, Andrea Laffa, Luiz Aranha entre tantos outros.

Também tive o privilégio de lidar com vários grupos sinfônicos importantes, no Brasil e no exterior. Desde 1998 sou arranjador da Jazz Sinfônica de São Paulo, uma das orquestras mais originais em atividade no mundo, dedicada exclusivamente ao repertório da música popular.

Fui diretor da Sinfônica de Campinas, uma das orquestras mais antigas em atividade no Brasil, onde além de aprender sobre os desafios da gestão cultural e do universo da música clássica, tive o prazer de produzir dois CDs.

Além do envolvimento mais intenso com essas duas, já tive peças encomendadas e tocadas pela a Orchestre National d’Île de France (França), Filarmônica de Bruxelas (Bélgica), Hollywood Studio Orchestra, Westchester Jazz Orchestra, Greensboro Symphonic Orchestra, Aspen Festival Orchestra (EUA), Orquestra Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, Sinfônica Experimental de Repertório, Sinfônica do Recife e tantas outras.

Rodrigo Morte

Acredito no poder da educação. E sinto o maior prazer em ensinar e aprender com tanta gente nova e talentosa que cruza meu caminho. Dou aula em instituições de ensino superior desde o início dos anos 2000. Também ajudei a conceber e criar o Real Book Brasil, um aplicativo que disponibiliza partituras e informação do melhor da produção instrumental brasileira na atualidade.

Se acredita que eu posso colaborar em algum projeto seu, fique à vontade pra entrar em contato. Tenho certeza que será um prazer fazer música com você!

Ah, e obrigado pela visita!